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Este é um espaço dedicado a entrevistas e reportagens sobre tudo que passa na equipa Sénior do nosso Cacém.

Paulinha... Lulas recheadas para o mister...:

Entrevista

Blog de honradivisaoenacionais : Futebol Distrital & Campeonatos Nacionais, Entrevista

Nome: Miguel Rodrigues

Data de nascimento:11/03/1976

Altura:1,82 Peso:86 kg

Clube do coração: Benfica

Clube actual: Atlético Clube do Cacém

Clubes que treinou: Casalinhense,Fonte Grada,Alhandra,Lourinhanense  e Atlético Clube do Cacém

Títulos que conquistou: Como jogador algumas subidas de divisão e duas finais da taça da afl.Como treinador ainda não tenho nenhum titulo conquistado.

Quem é o Miguel Rodrigues?

- É um homem muito tranquilo,humilde,transparente,ambicioso e amigo do seu amigo. 

Sente-se realizado como treinador de futebol?

- Sinto que estou a fazer algo que sempre desejei mas quero ir mais longe.

          A nível pessoal quais são as suas ambições?

- Ambiciono ser treinador profissional de futebol em Portugal ou fora do país.

Qual o momento que mais o marcou na sua carreira como treinador?

- Tenho alguns nesta curta carreira,pois só tenho 7 anos como treinador mas posso realçar a época passada quando vim para o ACC que estava a 7 pontos abaixo da linha de água e conseguimos com muito esforço e entrega de todos no final garantir a manutenção,sinto-me orgulhoso por ter ajudado a conseguir esse feito.

Quais as expectativas e objectivos para esta época?

- As expectativas são de fazer um campeonato mais tranquilo relativamente ao anterior e os objectivos estão fechados no balneario

O CACÉM deu-lhe todas as condições para que consiga concretizar os objectivos estabelecidos?

- O ACC como muitos clubes a nivél nacional estão a passar por uma fase muito complicada,mas mesmo assim tenho os jogadores que pedi e todo o apoio da direcção para desenvolver o meu trabalho,não nos falta nada. Logo acho que temos as condições para realizar os nossos objectivos.

Neste momento sendo o nono classificado qual o espírito?

- Acho que estamos a desenvolver um bom trabalho,a classificação espelha o que está a ser feito,mas nós queremos mais e estamos empenhados em subir mais um pouco na tabela.

Que opinião tem sobre o campeonato de Honra deste ano?

- Acho que vai ser um campeonato muito equilibrado onde as equipas vão lutar até ao fim para ver quem sobe e quem desce.

Na sua opinião quem são os principais candidatos ao título este ano?

- Do que vi até agora destaco 4 equipas com todo o respeito pelas outras : Ponterrolense,Charneca,Loures e Pero Pinheiro.

Fala-se constantemente sobre a qualidade das arbitragens, qual a sua opinião sobre a arbitragem?

- É sempre dificil falar sobre as arbitragens mas acho que de uma forma geral que estão mais organizados e a tentar cometer menos erros.

Respostas rápidas:

Como encara uma derrota?

- De uma forma construtiva tentando sempre ver onde falhá-mos para poder melhorar e corrigir esses erros.

Qual a qualidade que mais aprecia num jogador?

- Dedicação e Ambicioso

Na sua opinião qual é o melhor jogador do nosso distrito?

Dentro um grande grupo de muito bons jogadores destaco o Venda do Pero Pinheiro.

Qual o treinador com que mais se identifica?

Dificil responder mas tenho 3 treinadores que admiro o seu trabalho Paulo Bento,Rui Vitória e Dauto Faquirá

Numa palavra defina:
    Futebol - Paixão
    Golo - Gloria
      Arbitragem - Responsabilidade

Rituais antes de um jogo? Não tenho nenhum em especial.

Filme preferido : Braveheart

Cantor preferido : Ana Carolina

Prato preferido :  Lulas Recheada

Opinião sobre o blog :  Interessante para manter as pessoas que gostam de futebol informadas e actualizadas.

Saturday 04 December 2010 16:09 , em Os Misters da Distrital

É para isto que trabalhamos toda uma Semana...:


Foto: Carlos Vidigal JR./ASF

Avançado regressa ao clube para jogar no Distrital 25 anos depois! Depois da 'Champions' e seis operações ao joelho, ei-lo amador aos 33 anos. Verdadeira história de amor à camisola...

 Podem chamar-lhe paixão ou de verdadeira história de amor à camisola. Certo é que Ricardo Silva tinha um sonho que conseguiu cumprir esta época: regressar ao clube onde começou o seu percurso como futebolista... 25 anos depois.
Tinha apenas oito anos quando bem cedo ganhou o rótulo de esperança do Atlético do Cacém. Os golos, as fintas, as boas exibições despertaram o interesse do Benfica que depressa o contratou. Cumpriu a formação nos encarnados e as camisolas foram mudando de época para época. Passou por Agualva, Estoril, Real, V. Setúbal, Olhanense, Gil Vicente, Boavista, Santa Clara e Olivais e Moscavide.
Foram passagens que guarda com carinho, mas nunca deixou de acompanhar o seu Atlético. Essa a principal razão por ter aceite o convite para regressar agora ao Cacém, aos 33 anos.
«É uma ligação diferente de todas as outras. Foi aqui fiz os primeiros jogos, que marquei os primeiros golos. Pensei que seria bonito terminar aqui o meu percurso. Cheguei até a recusar alguns convites para fora do País», conta o avançado, que, em quatro jogos pelo novo clube, já contabiliza um golo. O primeiro de muitos, diz:
«Espero que sim. Trata-se de uma equipa renovada que trocou recentemente de treinador. Acredito que podemos fazer um bom trabalho e andar pelos primeiros lugares. O objectivo passar por subirmos novamente à III Divisão.»

Malditas lesões...
Ricardo Silva foi um dos jogadores que ajudou o Olhanense na subida à Liga. Chegou a ser peça importante na equipa algarvia, mas as lesões hipotecaram a continuidade.
«Já fui operado seis vezes ao joelho esquerdo. Penso que esses problemas afectaram muito a minha evolução. Apesar de me sentir bem, em condições de jogar, os treinadores sentiam sempre receio em me colocar a jogar», afirma o reforço do Atlético do Cacém, recordando as más experiências seguintes:
«No Olivais e Moscavide também não correu bem e ainda me estão a dever dinheiro. Não foram correctos. Optei por sair e no início desta época assinei pelo Igreja Nova. Não comecei mal, mas voltei a sentir algumas dores no joelho pelo facto de jogarem em sintético. Pedi para manter a forma no Atlético do Cacém e fizeram-me o convite para ser inscrito. Não hesitei e assinei logo.»

Do armazém para o campo...
A vida de Ricardo Silva é dividida agora no armazém onde trabalha e no campo do Cacém. O ritual diário não muda. Trabalha durante o dia e tem o prazer de jogar futebol ao cair da noite. Uma situação à qual, sublinha, já não está habituado.
«Sinto-me bem e o mais importante é que continuo a jogar num clube que me diz muito. Quero continuar a jogar durante mais anos. Felizmente estou a sentir-me bem a todos os níveis, porque sinto que estou a ajudar a equipa. Até quando? Até as pernas aguentarem...»

Campeão das... subidas...
Se o Atlético do Cacém contratou Ricardo Silva para subir à IIIª Divisão... recrutou o homem certo. O avançado, no seu currículo, contabiliza três subidas: primeiro no Gil Vicente ao primeiro escalão, depois no Santa Clara onde se sagrou campeão da IIª Liga e, por fim, esteve no regresso do Olhanense à Liga principal. Momentos de festa aos quais acrescenta outro muito especial vivido no Estádio do Bessa.
«Estive presente na primeira vitória do Boavista na 'Champions', num jogo em que vencemos o Borússia de Dortmund, por 1-0. Foi de facto um jogo que me marcou pela sua importância e porque joguei de início. Vou recordar sempre esses 90 minutos», finaliza o avançado, que agora está apenas concentrado no jogo de amanhã com o... Encarnacense.

BI:
Ricardo Jorge Fernandes Palma da Silva
Nome profissional — Ricardo Silva
Data de nascimento — 29 de Março de 1977 (33 anos)
Naturalidade — Cacém
Peso — 75 quilos Altura — 1, 73 metros
Percurso — Atl.Cacém, Benfica, Agualva, Estoril, Real, V. Setúbal, Olhanense, Gil Vicente, Boavista, Santa Clara, Olhanense e Olivais e Moscavide

Por : Miguel Mendes In: Jornal A Bola

Metodologia que encantou José Mourinho em prática no Cacém ... :

Metodologia que encantou José Mourinho em prática no CacémPor: ISAURA ALMEIDA 02 Dezembro 2009 In Diário de Notícias

"Diz-me como treinas e dir-te-ei como jogas." A frase celebrizada por Paulo Bento para justificar a ausência de Miguel Veloso assenta que nem uma luva na tese de João Florêncio, um jovem treinador (27 anos) que pretende provar que é possível treinar como se joga, rentabilizando as sessões. "O meu trabalho é muito bonito, mas como me disse Mourinho, vai lá pôr em prática, depois falamos. E eu fui", contou o treinador que o Diário de Notícias foi encontrar no Atlético do Cacém, clube que acreditou nele e o acolheu.

 E como chegou a tese a José Mourinho? "Através de um amigo. Depois conhecemo-nos, ele mostrou que é um excepcional gestor de recursos humanos e desafiou-me a provar que era possível pôr a tese em prática", explicou o coordenador da formação do Cacém. João fez a especialização na Universidade Lusófona e no Benfica, onde estagiou com Fernando Santos. Como é "bom observador" e vai "especulando" sobre as coisas começou a pensar como seria o jogador português daqui a dez anos com este método de treino. Chegou à conclusão de que se "perde muito tempo" com coisas que não se vão pôr em prática no jogo, como o aquecimento com corridas à volta do campo ou os passes frente-a-frente. Para ele os "aquecimentos têm de contemplar uma relação dinâmica do jogador com a bola em função dos adversários e dos objectivos de jogo". Por isso, critica os técnicos portugueses, demasiado "agarrados" à justificação de que há grandes jogadores que foram formados pela via tradicional: "É verdade, mas podem ser melhores e eu vou prová-lo."

 Com a "ajuda" do amigo Paulo Mendes, que o representa, acredita que pode ir longe. E nos escalões de formação do Cacém (em ano e meio) já estabeleceu um padrão de orientação, de apenas três palavras, para os jogadores usarem durante os jogos, como se fossem mágicas: "fica" (para fazer contenção e cobertura sem falta), "mata" (fazer contenção mais agressiva para manter o equilíbrio da equipa) e "bola" (para cortar linhas de passe e espaço ao adversário).

 Deixou para trás um contrato profissional com o andebol do Benfica, "bem pago", para ir treinar um clube de futebol amador. "Eu não quero dinheiro nem protagonismo, apenas que os meus jogadores acreditem mais naquilo que lhes digo. O Mourinho é hoje mais treinador porque se mandar alguém bater com a cabeça na parede ele bate. É essa relação de confiança que eu ou outro treinador temos de construir", disse.

 E tal como aconteceu com Il Specialle, chegará o dia em que estará frente a frente com "o maior génio do futebol português", Pinto da Costa: "E ele saberá quem eu sou."

"Jogador deve saber usar o árbitro a favor"

 A tese baseia-se em sistemas dinâmicos complexos e pretende romper com os métodos habituais dos treinadores portugueses. Como? Partindo do princípio de que uma pequena acção pode influenciar a outra (teoria do caos). Segundo João Florêncio não se pode trabalhar um elemento isoladamente, pois há um envolvimento em constante mutação e uma tarefa, a de jogar para ganhar. E por isso "criou" três constrangimentos onde é possível trabalhar: o do praticante, o do envolvimento e o da tarefa.

 É aquilo que o jogador pode ou não fazer, como se fosse um funil (no interior ficam as possibilidades e no exterior as condicionantes), que se abrirá muito ou pouco, numa relação directa entre genética/treino e prática. "Quaresma, por exemplo, tem uma técnica fantástica, daí poder fazer muitas coisas e, das que ele pode fazer, decide bem ou mal. Um jogador mais limitado vai ter de tomar outras decisões, mas não necessariamente piores, pois o que interessa é tomar a decisão certa num determinado tempo e espaço e assim compensar o facto de não ter a mesma gama de fintas do Quaresma, nem de jogo de rua do Cristiano Ronaldo", explica.

 É vulgar os treinadores dizerem que não há dois jogos iguais. Porquê? Porque o envolvimento (golos, público, chuva, vento, lance dúbios, árbitro) muda de uma partida para a outra. A arbitragem é um bom exemplo de como o envolvimento pode ser trabalhado e não desvalorizado. "Se o jogador souber se o árbitro é "picuinhas" (marca tudo), ou "pingue-pongue" (marca um para cada lado) ou se é do tipo "inglês" (deixa jogar) pode tirar proveito disso. Porque não jogar com o árbitro? Ele faz parte do jogo... Os meus jogadores já sabem que tipo de árbitro vão ter pela frente. Isso é envolvimento. Não podemos é dizer que tivemos azar com o árbitro, sem transpor estas situações para o treino", critica o jovem técnico do Atlético do Cacém.

 O ambiente do treino também pode ser manipulado para o tornar idêntico ao jogo: "No Benfica, os treinos eram às 10.00 da manhã com o chilrear dos passarinhos, ora esse ambiente nada tem que ver com o Estádio da Luz. Podiam colocar um sistema de som com as palmas, os cânticos e até os assobios, para a mente dos jogadores se habituar e não sentir tanta pressão nos jogos. Estes factos são importantes, ainda mais quando se joga ao mais alto nível."

 É o jogo em si, o único que não muda. Aquilo que os verdadeiros treinadores têm de dominar, a especificidade do jogo de futebol de onze para onze, para "deixarem de ser apenas Profs. ou misteres".

Só 9% do treino é dedicado ao remate

 Avançados. Tese de Florêncio concluiu que só 9% do tempo de treino é dedicado aos remates à baliza. 81% da sessão é dedicada a corridas e exercícios físicos.

 Treino dos guarda-redes tem sido desprezado. Um técnico que dá treino ao Quim como se fosse um pai a brincar com o filho no jardim é surreal. Têm de ser os avançado a treiná-los, como no jogo.

 Preparador físico é uma figura que não cabe na tese de João Florêncio. Carlos Carvalhal concorda: abdicou de ter um no Sporting.

 Real Massamá é exemplo de um clube que pode emergir, pelas estruturas que já tem e por se encontrar mais perto de ambientes socio-culturais onde ainda se joga algum futebol de rua.

Primeiro Jogador "Made In" Cacém... :
Ricardo Fernandes começou a jogar no clube aos 8 anos Percorreu todos os escalões de formação e agora estreou-se nos seniores É nesta altura exemplo para os mais novos

No último fim-de-semana (ndr: Jogo com 1º Dezembro), os adeptos do Atlético do Cacém ficaram a conhecer o primeiro jogador made in Cacém. Em 67 anos de história, apareceu pela primeira vez um atleta que jogou em todos os escalões da equipa do concelho de Sintra. Ricardo Fernandes, é este o nome da estrela do momento no clube, já um exemplo e incentivo para os mais novos.

Aos 8 anos estreou-se nas escolinhas, passou por infantis, iniciados, juvenis, juniores — sempre como capitão — e agora os seniores. Onze anos de paixão pelo clube do coração e um sorriso do tamanho do mundo enquanto fala do seu percurso como jogador.
«Vim morar para o Cacém e o meu irmão, que jogava FutSal, disse-me para vir experimentar o futebol 11. Com 8 anos fiz o primeiro treino pelas escolinhas, gostaram e desde aí nunca mais parei, sempre no Atlético do Cacém», disse Ricardo Fernandes.

Sentir que se faz parte
O Atl.Cacém nasceu no dia 28 de Julho de 1941. Nasceu como clube de bairro, mas depressa, com o esforço dos dirigentes, cresceu para uma referência no concelho de Sintra. Criou um parque desportivo com quatro campos e tem, neste momento, 400 jogadores nos quadros. Uma aposta clara na formação que começa a dar frutos, já que, as portas para os jogadores da casa começam a abrir-se.
A história de Ricardo Fernandes é simples, mas o jogador sente que está a deixar marca importante. «Qualquer jogador sonha em chegar aos seniores. No meu caso, ter passado por todos os escalões é ainda mais importante. Sinto que faço parte deste clube, explicou.

Uma roleta como Zidane
Ricardo Fernandes é um dez típico. Joga de cabeça levantada, a eficácia de passe é acima da média, é exímio nas assistências e começa a ganhar o gosto pela baliza adversária. Há duas semanas, em jogo com o 1.º Dezembro, referente à III Divisão, cavou uma grande penalidade em lance inspirado por... Zidane. Uma roleta que o francês ajudou a eternizar e que, para Ricardo Fernandes, sempre foi um gesto de sonho.
«Todos falam de Maradona, no entanto, para mim, Zidane foi o melhor. É ele que tento imitar», disse Ricardo enquanto trocava passes com os futuros craques do Atl.Cacém. Miúdos que, na devida proporção , vêem em Ricardo o que Ricardo via em Zidane.

Ricardo entrou no Atl.Cacém aos 8 anos.
Hoje tem 19 e ainda não conheceu outro clube


Universidade
Ricardo Fernandes é viciado em futebol, não perde um treino e só por lesões, que são raras, falha um jogo. No entanto, consciente das dificuldades para singrar no desporto rei, o médio do já está a precaver o futuro.
«Estou a acabar o 12.º ano e vou seguir Desporto. Tenho o sonho de trabalhar com pessoas portadoras de deficiência e é por isso que vou lutar», explicou o jogador, abrindo apenas uma excepção: «Esse é o meu sonho que quero cumprir. Poderei é adiá-lo se, um dia, surgir um convite de uma equipa profissional. Aí teria de adiar esse trabalho porque o futebol é mesmo uma paixão e jogá-lo ao mais alto nível seria um sonho.»

por Pedro Mendonça no Jornal A Bola

Campeão na Ásia não promete milagres... :

Foi adjunto de José Luís no South China, em Hong Kong . Estava na equipa técnica de juvenis do E. Amadora e Estreia nos nacionais ...

EDUARDO ALMEIDA iniciou terça-feira a primeira experiência como treinador principal de uma equipa que compete nos nacionais. O Atlético do Cacém, clube no qual já trabalhou há umas épocas (na equipa B e adjunto de Valido), está a atravessar momento delicado na série E da IIIª Divisão e Inocêncio Ramos, presidente, escolheu um jovem para tentar, pelo menos, alcançar a manutenção.

 Mas, afinal, quem é Eduardo Almeida? Um treinador, de 30 anos, que em 2008 se sagrou campeão de Hong Kong. Também conquistou a Taça da Liga naquele país, como adjunto do South China orientado por José Luís (antiga glória do Benfica). Antes disso, já tinha trabalhado nas camadas jovens do clube da Luz (juvenis) e, mais recentemente, era adjunto na equipa de juvenis do E. Amadora. Um homem que privilegia a formação, ao exemplo do que faz o Atlético do Cacém.

 Diz não ser «milagreiro» e promete, sobretudo, trabalho. O mesmo de sempre. Mas salienta que a experiência vivida na Ásia foi determinante para o desafio que agora abraça. «Foi gratificante. Lá trabalhasse a nível profissional. Participei na liga dos campeões asiática e sinto que estou mais capacitado agora. Não esperava pegar tão cedo numa equipa sénior como treinador principal», admite Eduardo Almeida.

 E será possível manter o Atl.Cacém na IIIª Divisão? «Vamos trabalhar para isso. Sabemos que a equipa não está numa situação fácil. Caso não consigamos, vamos fazer tudo para fazer regressar a o Atlético aos nacionais», explica.

 MÁRIO REIS ADJUNTO

 Eduardo Almeida escolheu como adjunto Mário Reis. Falta apenas encontrar o treinador de guarda-redes.

Nome profissional - Eduardo Almeida

Data de nascimento 22 de Março de 1978 (30 anos) 

Naturalidade - Lisboa

Formação - Licenciado em educação física

Percurso - Benfica, U. Almeirim, Atl.Cacém, Oeiras, South China, E. Amadora e Atl.Cacém

 

Por: Paulo Veríssimo in "A Bola"

Excelente artigo no Jornal Desportivo "A Bola" na edição de Terça -Feira, assim sim... :

Sonhos desfeitos no Restelo renascem no Cacém

Nove jogadores dispensados pelo Belenenses ganham nova vida com João Raimundo

Aposta clara na juventude Viveiros de Sporting e Benfica também aproveitados

por Miguel Mendes no jornal A Bola

A história de Diogo Oliveira é igual a tantas outras de jovens portugueses. A qualidade demonstrada em tenra idade aliada ao prazer de jogar futebol catapultaram-no para um dos grandes clubes portugueses. No caso o Belenenses. Iniciava-se uma nova vida para o jovem médio com as ilusões a ganharem forma à medida que se aproximava do sonho de jogar na principal liga.

 Mas nem o facto de ter percorrido todos os escalões jovens do clube do Restelo, ou de ter, inclusive, ganho o rótulo de jovem promessa, ajudou a que cumprisse o sonho de outrora. O percurso ascensional começou a inverter-se quando Diogo Oliveira se preparava para subir à equipa principal. «Estive 11 anos no Restelo e na última época não se decidiam se queriam que continuasse ou não. A minha paciência, devido ao impasse, terminou e optei por deixar o clube», começa por dizer Diogo Oliveira, que ao ter escolhido o At. Cacém não considera ter dado um passo atrás na carreira: — Não vou ficar por aqui e tenho a certeza de que darei o salto. A formação no Belenenses está cada vez mais destruída, com o clube a não proteger os jogadores portugueses. Este ano estou a jogar, a ganhar maturidade e ainda vou conseguir provar que se enganaram.

Belenenses, clube da família

 O guarda-redes Ricardo Ferreira é um dos mais experientes do grupo que se transferiu para o Atl.Cacém. Longe vão os tempos em que esteve oito anos com a camisola do clube do Restelo, num duelo aceso na luta pela titularidade com Pedro Alves, actual guarda-redes do V. Setúbal. Mas a admiração pelo Belenenses não morreu. «O meu avô, o Capela, e o meu pai, Seixas, jogaram no Belenenses, que sempre foi o clube da família. Acabei por não cumprir o sonho de jogar na principal equipa mas não é fácil vingar. Do meu tempo apenas o Neca e o Pedro Alves conseguiram subir», frisa.

 

Ambições não morrem
 Pedro Coelho, João Silva, Paulo Ribeiro e Ivan Meneses comungam das opiniões dos colegas: a aposta nos jogadores portugueses é cada vez menor. «Não nos dão oportunidades. Não nos consideramos nenhuns craques mas sentimos na pele que somos pouco protegidos. Uma coisa é certa: aqui ninguém está desmotivado e todos mantêm a ambição de subir a outros patamares», expressa Pedro Coelho.

Mais três a caminho
 A estes seis jogadores vão juntar-se mais três nos próximos dias: o guarda-redes Tiago Mourão e os médios Carlos Amaral e Filipe Godinho. O que têm em comum? Todos eram colegas de equipa na última época, nos juniores do Belenenses.

 No total sobem para nove os jogadores do Atlético do Cacém que são oriundos do Restelo. O discurso do trio não será muito diferente do destes jogadores já integrados na equipa de João Raimundo. Mais três sonhos desfeitos que procuram renascer na IIIª Divisão...

Antigos leões e águias também procuram a sorte
 Nem só de dispensas do Restelo se constitui o plantel do Atlético do Cacém. Do viveiro da Luz saíram quatro jogadores: Nuno Veludo, Éder, Sérgio Rocha e Nuno Duarte. Antigos jogadores do Sporting são três: Hugo Tecelão, Fábio Correia e Emerson Lopes, enquanto do Estrela da Amadora chegou o médio Nikki. Todos estiveram perto das luzes da ribalta mas acabaram por não conseguir chegar aos seniores dos respectivos clubes. Todos tentam agora a sorte no Atlético do Cacém, clube que, segundo os seus dirigentes, pretende manter a aposta na juventude.

plantel_acc.gif«Aqui não temos Juanitos...»


 João Raimundo lamenta reduzida aposta dos clubes nos frutos da formação Os sonhos dos jogadores do Atlético do Cacém cruzam-se com o percurso do treinador João Raimundo. O professor de Educação Física orientou os iniciados e juniores do Belenenses e conhece bem todos os jovens que foi recrutar ao Restelo. Melhor que ninguém, João Raimundo trabalhou as suas qualidades. Talvez por isso são muitos os que recorrem à sua ajuda quando, dum momento para o outro, a vida futebolística se transfigura. «Estamos sempre abertos a receber todos os jogadores jovens com qualidade que se encontram desmotivados. É um pouco difícil esta transição para eles. Todos têm expectativas muito altas enquanto juniores e depois caem numa situação amadora, com muito menos condições, sendo que muitos deles são internacionais. No fundo ficam envolvidos num mundo diferente», descreve o treinador, que, porém, não esconde a irresponsabilidade dalguns clubes portugueses na formação de jogadores: «Muitos destes jogadores poderiam ter um lugar no Belenenses. Contratámos agora o Carlos Amaral, internacional sub-19, que tenho a certeza que se chamasse Juanito ou tivesse um qualquer nome argentino jogaria na Liga. Aqui não temos Juanitos. Todos se treinam menos, por vezes em condições extremas, mas aqui encontram espaço para fazer o que mais gostam.»

 

 

Atlético Clube do Cacém festejou 67º Aniversário "Só os mais fortes sobrevivem às crises" :

Para além da sessão solene comemorativa de mais um aniversario, a noite do passado dia 28 de Julho foi de alerta aos sócios quanto ás dificuldades económicas do clube, procurando mobilizar vontades do tecido empresarial da Cidade, e rectificar comportamentos do passado recente. Por isso. 0 Presidente da Mesa da Assembleia-geral, Luís Roberto. fez na abertura um elogio publico a dois associados que desde sempre têm  colaborado com 0 Atlético Clube do Cacém.  Aires Fernandes de Almeida e José Gonçalves Caruço e que toda a plateia aplaudiu de pé. Foi ainda avançado que em Assembleia Geral Extraordinária foi votada a proposta de atribuição de "sócio de Mérito" aos referidos beneméritos do clube e da Cidade, como de resto foi sublinhado pelos autarcas presentes, José Faustino, da Junta de Fre­guesia do Cacem e Rui Pinto de Mira Sintra. no decorrer das suas intervenções.

 "ESPEREMOS PELOS RESULTADOS DA AUDITORIA"

Foi um cenário bem cinzento, aquele que foi traçado pelo presidente da direcção Inocêncio Ramos a toda a assembleia. "Todos sabem que o Atlético do Cacém atravessa uma grave crise financeira. Nem por nós ainda sabemos muito bem qual a sua dimensão. Há pessoas aqui na sala que deram dinheiro e depois disseram que não. Por isso foi pedida uma auditoria por técnicos competentes, para analisar todas as contas dos últimos anos e da anterior direcção para que todos os sócios sejam informados da realidade" avançou o líder do clube.

 "TODOS NÓS SOMOS CULPADOS DA CRISE"

 Com a época desportiva prestes a iniciar-se, os dirigentes do Atlético Clube do Cacém desdobram-se em negociações quer com credores, quer com equipa técnicas e jogadores de forma a conseguir um consenso quanto ás dificuldades de tesouraria. Inocêncio Ramos fez saber que o orçamento do futebol ficará garantido através da publicidade, com o valor mais significativo a ser cobrado através da instalação de um 'outdoor' instalado nos terrenos do clube, vira­do para 0 IC-19. Quanto á situação actual, Inocêncio Ramos não poupou críticas às anteriores direcções, mas não sacudiu como é hábito dizer-se, a água do Capote. "As coisas têm de ser ditas e no local certo aos nossos sócios. Todos nós, somos culpados da actual situação do Atlético Clube do Cacem. E digo todos incluin­do a minha pessoa, ao permitir que a situação chegasse ao que chegou. Agora restamos arregaçar as mangas e todos juntos tirar o clube desta situação difícil" alertou o presidente.

"SÓ OS MAIS FORTES SOBREVIVEM"

 Na mesa de Honra que presidiu à sessão solene do 67º aniversário, marcaram presença os presidentes de Junta de Freguesia de Mira-Sintra (Rui Pinto) e do Cacém (José Faustino) que levaram palavras de esperança e de estímulo aos dirigentes e associados, embora embora o autarca do Cacém fosse mais longe ao criticar a postura adoptada por muitos diligentes que "gastam o que não têm e não são responsabilizados por isso". Já o autarca de Mira Sintra. lembrou que "Só os mais fortes sobrevivem às crises e por isso, o Atlético Clube do Cacem vai mostrar que também é forte e vai saber ultrapassar estas imensas dificulda­des" sublinhou entre aplausos.

 "UMA EQUIPA DE OURO E PRATA"

 Muitos clubes e associações da Cidade de Agualva-Cacem. para além de outras Instituições. responderam ao convite dos dirigentes do clube aniversariante e marcaram presença na cerimónia. Fernando Grama, esteve em representação da Associação de Futebol de Lisboa e Federação Portuguesa de Futebol que enviaram lembranças alusivas à data, assim como a Federação de Montanhismo e Caravanismo de Portugal, com Jorge Vieira. O Atlético Clube de Portugal. Rio mouro, Rinchoa e Mercês (RRM). Bombeiros Voluntários de Agualva-Cacem. Novos Talentos. Casa do Benfica de Agualva­Cacem. artistas do Vale Eureka. Núcleo Sportinguista do Cacém. Ginásio Clube 1º de Maio de Agualva. também disseram presente no Salão de Festas do Complexo Desportivo, um novo espaço que está a ser requalificado e que trará benefícios futuros ao clube da cidade.

 Resta acrescentar que foram entregues os emblemas de ouro e prata aos associados que completaram 25 e 50 anos de filiação. E se os sócios são sempre o reforço de qualquer clube, aqui ficam os nomes da equipa homenageada; Alfredo José Simões. Jorge Manuel Valério. Carlos Manuel Pinto. José Augusto Trindade. Joaquim Macedo. João Ferreira. Manuel Filipe Jesus. José Guilherme Paula. Mário Severino e Paulo Godinho Dias.

Fonte: Jornal "Correio da Cidade" por: Ventura Saraiva. 

Foi um bom dia de festa  :

Pela passagem do dia 28 de Julho do ano de 2008, comemorou-se pois então mais um aninho da nossa grandiosa instituição de nome Atlético Clube do Cacém. Mais concretamente já lá vão 67 aninhos de vida, sempre a honrar os bons princípios de sociedade. Pelas 20.30 Horas foram então abertos os trabalhos, que atingiram o seu auge, com a aclamação por unanimidade pelos presentes, de dois novos sócios de mérito, pelo serviço que sempre desempenharam e continuarão a desempenhar com bastante carinho e dedicação em prol da instituição Atlético Clube do Cacém. Os Senhores Aires Fernandes de Almeida e José Gonçalves Caruço, foram as duas personalidades escolhidas este ano pela presente direcção num espírito de enaltecer tudo o fizeram pelo nosso clube. Um muito bem haja a todos os sócios que a nossa instituição acolhe. 
 
 Finalizada a assembleia partiu-se então para a comemoração oficial do aniversário do nosso clube. A assistência (cerca de 65 pessoas, entre associados e amigos), estava bem composta na "inauguração" de um novo espaço social que de hora avante vai ser o novo salão nobre (estava tudo muito bonitinho). Convidados de todos os quadrantes felicitaram o nosso clube pela passagem do seu 67º aniversário. Destacava-se o estado de fracas posses que a generalidade dos clubes atravessa, fazendo-se reavivar a ideia de os clubes não poderem viver acima das suas possibilidades. Foi basicamente um discurso a realçar as grandes dificuldades em gerir o fenómeno clubístico em Portugal. Dos oradores o sentimento foi sempre baseado nas dificuldades actuais, enaltecendo sempre o espírito de voluntariado desempenhado pelas pessoas que colaboram,

 Já bem perto do final, os sócios presentes receberam emblemas de prata pela felicitação dos seus 25 anos de associado e foram mesmo entregues dois emblemas de ouro, cinquenta anos de associado, a dois sócios bem conhecidos. Nota-se então que o nosso clube está bem vivo e rejuvenescido e pronto para lutar nas batalhas que aí vêm, temos é de estar todos envolvidos, porque nunca seremos demais. Viva o nosso ACC.

Arranque dos trabalhos.

Falava então o nosso presidente Inocêncio Ramos.

Chegava a vez do Presidente da Junta do Cacém.

Ambiente no evento.

Poderá se dizer que era a equipa de "ouro" deste ano.

O festejar de mais um aninho.

Dois sócios com cinquenta anos de associativismo.

Por: Nuno Gaspar.

Entrevista ao nosso técnico João Raimundo ao jornal Sintra Desportivo, a qual passamos a transcrever :

Uma semana de trabalho e uma prova de fogo frente a uma equipa do Sporting Clube de Portugal na Academia de Alcochete. no Sábado, dia 12. Testar novos jogadores e perceber as lacunas da equipa no arranque na nova época desportiva, para além de corrigir algumas falhas de observação que tenha havido, é o plano que espera todo o plantel que já está à disposição do técnico João Raimundo para atacar o campeonato nacional da IIIª divisão Nacional.

PRECISAMOS DE CONHECER MELH0R OS JOGADORES Foto: SintraDesportivo

 Cumprida esta etapa de observação, todo o plantel volta ao descanso, regressando definitivamente no dia 1 de Agosto, a data prevista para a direcção do Clube Atlético do Cacem fazer a apresentação da equipa aos associados e adeptos.

 João Raimundo quer por isso conhecer melhor as jogadores e explica ao Sintra Desportivo, as razões: " Primeiro, porque metade do plantel saiu do clube. É muito complicado quando temos dezasseis jogadores, e saem oito. Por isso temos que conhecer mais a equipa, embora todos os jogadores estejam referenciados. Queremos agora conhecê-los no contexto do clube e tornar a sua adaptação positiva".

"UMA EQUIPA FORTE COLOCA-NOS A PROVA"

 Para terminar a semana de trabalho, os jogadores rumam ate Alcochete para defrontar uma equipa do Sporting. Uma prova de fogo, justificada pelo treinador do Atlético do Cacém: " Defrontar já uma equipa forte, vai dar para perceber como é que nos vamos posicionar neste campeonato. ou seja, até que ponto vamos adoptar uma estratégia mais de contenção, de jogar para o ponto, porque temos que admitir isso mesmo. Nós não temos dinheiro, somos a equipa com o orçamento mais baixo do terceira divisão e temos que sobreviver com isto e salvaguardar a própria existência do clube. Portanto, é isso que temos que fazer. Definir bem a nossa estratégia e isso passa por defrontar já um adversário forte para nos colocar á prova a em que momento do jogo é que vamos incidir mais o nosso trabalho".

"ESTE ANO VAMOS TER UMA NOVA REALIDADE"

 Ao fechar a época de 2007/2008 em 5.º lugar depois de conseguir o apuramento para a 2º fase na derradeira jornada, 0 Atlético Clube do Cacem parte com naturais expectativas em repetir as excelentes exibições e garantir um lugar entre os melhores do campeonato. Contudo João Raimundo tem a noção de que não vais ser nada fácil, mas acredita que será possível. " As expectativas que tenho são exactamente as mesmas do ano passado, portanto vamos tentar vencer todos os jogos possíveis. Sabendo que vamos ter que refazer tudo, muitas coisas novas, saíram muitos jogadores e os que ficaram, e os que vêm, vão ter uma herança um pouco pesada pelo campeonato que fizemos o ano passado, um 5º lugar e superando todas as expectativas. Portanto é uma herança pesada e por isso eu peço aos sócios, claramente, para não cobrarem aquilo que foi feito o ano passado, porque este ano temos outra realidade. E a realidade é a construção de uma nova equipa á imagem do clube e dos jogadores que foram necessário convencer para virem para cá jogar, pelos motivos já explicados".

  JUNIORES EM OBSERVAÇÃO

 Quanto a reforços, sabe-se que Nuno Duarte (ex-Sintrense) é a única contratação, já  que "Balão" e Arroja regressam ao clube depois de outras experiências. Promovidos foram os ex-juniores Serginho e Alex e no decorrer desta semana de trabalho serão ainda avaliados outros jogadores do mesmo escalão. "Tanto poderão ficar, como serem emprestados, já que são bons jogadores, fizeram um excelente campeonato, s6 que como se percebe, ainda não tem maturidade para entrar num campeonato nacional" confessa João Raimundo.

Transcrita da edição nº17 de 10 de Julho, á qual agradecemos a Ventura Saraiva o seu trabalho.

Cacém nos médias:

Resolver o passivo do clube a principal preocupação

Atlético do Cacém  vai a votos  no dia 9, mas só há uma lista candidata

por: Paulo Parracho no Jornal da Região Edição Sintra 

Depois de liderar a comissão administrativa que nos últimos meses assegurou a gestão do Atlético Clube do Cacém, Inocêncio Ramos foi sensível aos pedidos de um grupo de sócios do clube e decidiu assumir um novo desafio. Vai candidatar-se à presidência da direcção do clube, numa lista única e consensual, que integra os elementos da comissão administrativa "com mais alguns reforços", entre os quais alguns antigos dirigentes. O objectivo, assume, "é devolver o Atlético do Cacém à cidade", através de iniciativas que possam cativar mais sócios e adeptos para o clube. No entanto, as principais prioridades dos órgãos sociais a eleger a assembleia-geral marcada para a próxima sexta-feira passam por encontrar "formas de saldar o passivo" que o clube apresenta. Inocêncio Ramos recusa-se a falar em números, porque a hora não é de dividir, mas de juntar esforços", mas admite que "a situação financeira do Atlético do Cacém é muito preocupante". "Pedimos uma auditoria às contas do clube, caso seu resultado será apenas destinado aos sócios. Não queremos acusar ninguém em especial, pois esta situação financeira é culpa de todos. Todos têm de ajudar o Cacém a vencer esta crise. Estamos numa grande cidade e se esta se unir em torno do Atlético, vamos conseguir certamente melhorar a situação", refere.

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 Equipa com os filhos da terra.

 Outra das apostas passa por implementar um projecto forte ao nível das camadas jovens, "para que a curto prazo a equipa sénior do Cacém seja formada por filhos da terra". "A aposta deste ano, na juventude, produziu os seus frutos", salienta Inocêncio Ramos, destacando a excelente classificação da equipa sénior, mas também a subida de divisão dos Juvenis e a forte possibilidade dos Juniores subirem à IIª Divisão Nacional. Ainda ao nível da principal equipa, o trabalho do treinador João Raimundo é reconhecido pela futura direcção, razão pela qual o técnico foi já convidado a renovar. No entanto, Inocêncio Ramos adverte:" O orçamento para a próxima época será ainda mais reduzido, mas é realista. A nossa preocupação é saldar os salários em atraso e manter a estrutura desta equipa, apesar de muitos dos jogadores estarem já a ser assediados por outros clubes". Por isso, por agora, ninguém quer falar em subida, pois o objectivo é estabilizar na IIIª Divisão e, quando o clube tiver estruturas, pensar então noutros voos. Inocêncio Ramos considera que, apesar de todas as dificuldades, "o futuro do Atlético do Cacém pode ser promissor". "Se conseguirmos congregar todas as vontades, se a população, os empresários e as autarquias se envolverem, vamos conseguir", acredita. "Nesta direcção somos todos pobres e por isso vamos ter de pedir ajuda, pois o tempo dos presidentes mecenas já acabou há muito", alerta ainda o candidato a presidente.

por: Paulo Parracho no Jornal da Região Edição Sintra

Quinta-feira, 13 de Dezembro de 2007:

João Raimundo no "Actual Sintra"

O técnico principal do Atlético do Cacém, Prof. João Raimundo fala no Actual Sintra, sobre a equipa do Cacém, o jogo em Sintra, passamos a transcrever a Notícia publicada hoje.

Não conseguimos manter os níveis de concentração
O encontro realizado entre vizinhos do Concelho de Sintra, no passado Domingo, foi uma excelente propaganda ao Futebol, com as duas equipas a demonstrarem ter o seu pensamento exclusivamente focado em vencer. Ganhou quem se deslocou ao Conde de Sucena, apesar de tarde fria que se fez sentir.

O Ainda castigado treinador do Atlético do Cacém, João Raimundo, começou por se referir à "ausência de 6 jogadores" impedidos de dar o seu contributo, salientando, no entanto, que a sua equipa "poderia ter vencido o jogo", não procurando "arranjar desculpas para este resultado". De resto, e não obstante as várias contrariedades que o seu grupo de trabalho tem tido, considera que " está na hora de começar a ganhar jogos". Mas o que faltou para a formação do Cacém conseguir segurar a vantagem que alcançou por duas vezes, conclui, foi " manter os níveis de concentração durante os noventa minutos".

Quarta-feira, 5 de Dezembro de 2007:

João Raimundo no Notícias da Manhã

“Estamos a ser perseguidos e não sei porquê”

por Paulo Figueiredo retirado do Notícias da Manhã

O Atl.Cacém foi derrotado em sua casa pelo Igreja Nova por 1-2. Um desaire marcado por três «vermelhos» que indignaram o técnico João Raimundo: “são expulsões injustificadas. Não há nenhuma situação de agressão ou mesmo de reincidência de jogo faltoso. Já na semana passada em Elvas fomos prejudicados da mesma forma e não tenho dúvidas de que estamos a ser perseguidos, só não sei porquê”. Em face destes acontecimentos, João Raimundo confirma que os responsáveis do clube “irão ao Conselho de Arbitragem da Federação fazer uma exposição sobre o sucedido, a fim de saber quais são os critérios de apreciação”. Nesta altura, o Atl.Cacém está fora do grupo dos seis primeiros classificados, mas o treinador garante que a equipa “está tranquila e em condições de se bater de igual para igual com qualquer adversário”, e frisa, “desde que nos deixem”. E conclui: “O nosso objectivo é fazer 20 pontos até ao final da primeira volta, mas vai ser difícil devido ao elevado número de jogadores castigados”.

In: Sintrasport

Segunda-feira, 26 de Novembro de 2007:

João Raimundo no Notícias da Manhã:

por Nuno Costa retirado do Notícias da Manhã

“Já percebi porque ganham todos os jogos em casa”

O Atl.Cacém foi derrotado por duas bolas a uma em Elvas. Um desfecho que, por ter colocado a turma alentejana no topo da classificação na Série E, poderia parecer natural. Todavia, essa não é a opinião do técnico João Raimundo que, desagradado com a actuação do juiz de Beja, afirma: “Foi uma arbitragem vergonhosa. O Glaedson agrediu três jogadores meus e nem um amarelo viu. Isto destrói uma equipa”. Irritado, prosseguiu abordando outros aspectos: “Em termos técnicos, o primeiro golo que sofremos foi obtido em clara posição de fora-de-jogo e no segundo o jogador que o marca ajeita a bola com a mão, para além do lance já ocorrer quando estavam decorridos seis minutos de compensação perfeitamente injustificados”. E conclui: “Já com o jogo terminado ainda expulsa o Quinaz sem qualquer razão”.

O facto de se tratar de um juiz alentejano também merece reparo de João Raimundo: “É incrível vir um árbitro de Beja apitar um jogo em Elvas. Foi uma vergonha”. E conclui, afirmando: “Assim, já percebo porque é que ganham todos os jogos que disputam em casa, acabando por sofrer goleadas quando jogam fora”.Com a derrota averbada, o Cacém está agora em oitavo a três pontos do sexto lugar.

In: Sintrasport

Quinta-feira, 4 de Outubro de 2007:

João Raimundo no "Noticias da Manhã"

O técnico principal do Atlético do Cacém, Prof. João Raimundo fala no Notícias da Manhã, sobre a equipa do Cacém, o jogo em Sintra e o próximo no Oriental, passamos a transcrever a Notícia publicada hoje.

É necessário estarmos atentos ao adversário
O Atlético do Cacém foi ao terreno do vizinho Sintrense triunfar por duas bolas a uma, naquele que foi o seu primeiro triunfo fora de casa para a Série E. Esses três pontos tiveram ainda o condão de consolidar a equipa entre os seis primeiros da tabela classificativa, algo que não passava de uma miragem nos três primeiros encontros, mas que o técnico João Raimundo explica: “O que se passou nas primeiras jornadas, nas quais a equipa jogou bem mas não ganhou teve a ver com alguma ansiedade, natural em início de competição”. Entretanto, tudo mudou, com os últimos três encontros oficiais a corresponderem a outras tantas vitórias, considerando o técnico que “aos princípios já antes adoptados se juntou uma determinação e um carácter muito fortes”. O próximo jogo será em Marvila, diante de um Oriental em crise de resultados, mas João Raimundo avisa: “Temos de estar atentos, pois sabemos que do outro lado se encontra um candidato à subida de divisão desejoso de alcançar a primeira vitória”.

 Dia 3 de Agosto, Atl.Cacém no Notícias da Manhã

Atlético do Cacém no Notícias da Manhã:


“Somos outsiders, mas vamos tentar ganhar todos os jogos”

O Atlético do Cacém iniciou esta semana a sua preparação tendo em vista a participação na Série E. As dificuldades financeiras são um realidade, mas a ambição continua num emblema que tem na equipa B a grande fonte de alimentação da formação principal.

João Raimundo: “Prefiro não traçar objectivos quantitativos”

Para João Raimundo, treinador principal do Cacém, tendo transitado da equipa B, a equipa que comanda é “outsider relativamente às que apresentam maiores orçamentos”, mas irá “tentar ganhar todos os jogos”. E acrescenta: “Temos jogadores desconhecidos, mas que têm muita qualidade, pois são jovens fizeram a sua formação em clubes como o Sporting, o Benfica ou o Belenenses”. O técnico realça ainda que, no grupo de trabalho, existem “quatro ou cinco jogadores mais experientes, mas de grande carácter e disponíveis para ajudar os mais novos”, pelo que, refere, “trata-se de um plantel equilibrado e que já está fechado”.
No que concerne às metas a atingir esta época, João Raimundo prefere “não quantificar” até porque, acrescenta, a Série E “está descaracterizada relativamente a épocas anteriores na medida em que nela estão equipas que dela não faziam parte”, recusando-se inclusivamente a apontar possíveis candidatos.

 

 Dia 6 de Julho, entrevista com os técnicos da equipa A de Futebol.
 06 de Julho, Entrevista com o técnico da equipa A de Futebol:

Numa conversa muito interessante, onde se constatou que todos estão empenhados em prol do nosso Atlético do Cacém, ficou delineada toda a época que o Cacém vai enfrentar na IIIª Divisão Série E. Desde o primeiro jogo particular que simbolicamente opõe as duas equipas de Futebol do Cacém, ao último encontro do campeonato, está tudo planeado e preparado para ser uma época de muito trabalho e dedicação, vai requerer muito sacrifício de ambas as partes para que no fim esteja delineado na tabela o principio para que foi feito este grandioso grupo de jovens que compõem o plantel. Muitas caras novas chegaram este ano ao Cacém, tendo agora que lhes incutir a mística do “ Joaquim Vieira” (Combate até ao último Segundo). Numa altura em que a maior parte dos clubes participantes na terceira divisão teve de apertar os cordões á bolsa, temos exemplos bem perto, tais como o Sintrense, o 1º de Dezembro e o Lourel que desceu á Divisão de Honra da A.F.L., bem como equipas históricas nos distritais como o Casa Pia, o nosso Atlético do Cacém não fugiu á regra e teve mesmo que também apertar o cinto, mas isso não quer dizer que tenhamos uma equipa fraca, mas sim um grande grupo, que vamos transformar num grande conjunto.

 João Raimundo nascido a 1 de Fevereiro de 1976, na freguesia de São Jorge de Arroios e treinador de nível 3 mais novo de Portugal, quando teve o convite para treinar a equipa principal do Cacém não hesitou e está neste projecto de corpo e alma, a época passada orientou o conjunto da equipa B, só quebrando na recta final do campeonato da A.F.L. devido a ter muitas mexidas no seu plantel com jogadores a representar a equipa A, tendo no geral feito um bom trabalho com os jovens que este ano (Alguns) tem na equipa A. O seu método de treino consiste na ambição, estrutura e consistência táctica e numa equipa com muita agressividade, apostando mais nos predicados tácticos do que nos valores individuais, serão os lemas a seguir e a receita a utilizar para um campeonato tranquilo conjuntamente com muito trabalho e dedicação, e com o apoio de todos. Na equipa B “ Nunca senti qualquer tipo de pressão, senti amor, carinho e compreensão da parte dos sócios” , “ Poderia ter um desfecho um pouco melhor, mas… devido a factores extras não se conseguiu chegar a bom porto” , “ Mas foi positivo” ,  A equipa B, no fim poderia ter um maior acompanhamento da minha parte, mas por causa das minhas expulsões, não teve “ , “ Mas este ano vou melhorar e muito”.   Antes de chegar ao Joaquim Vieira para comandar a equipa B do Cacém, João Raimundo, coadjuvou a equipa do Amora na 3ª Divisão durante um ano, tendo durante seis anos representado o Belenenses como treinador dos Iniciados e por fim de juniores. Tendo no adjunto Bruno Fonseca uma grande fonte de amizade e profissionalismo, pois tem o acompanhado á 10 Anos até esta parte.

A função da equipa B no plantel da A, é preponderante, até chegar ao ponto de dois dias da semana, as equipas chegarem a treinar juntas. Será que pode vir da formação as futuras equipas do Cacém? Sim, possivelmente daqui a algum tempo, vai existir muitos jovens da formação no plantel de Futebol principal.

Entrevista na sua Totalidade:

João Raimundo nascido a 1 de Fevereiro de 1976, na freguesia de São Jorge de Arroios, é Professor de Educação Física, com especialização em futebol de alto rendimento, com 31 anos é actualmente o treinador de nível 3 mais novo de Portugal.

Representou como jogador o Sporting Clube de Portugal nas camadas jovens até à idade de júnior, optando depois pelos estudos. Como treinador trabalhou 6 anos no C. F. "Os Belenenses", como treinador principal passando por vários escalões de formação desde os Iniciados aos Juniores, alcançando um 3º lugar no campeonato nacional de juniores. Passou depois pelo Amora F. C . como treinador adjunto da equipa principal, seguindo-se o Atlético do Cacém B na pretérita época.

Prof. João Raimundo como conheceu o Atlético Clube do Cacém ?
Recebi o convite do Prof. Silveira Ramos aquando da sua passagem pelo Cacém para ir para a formação, preferi continuar na altura nos seniores do Amora.
Quando surgiu a oportunidade para treinar a equipa B do Atlético do Cacém, como treinador principal onde poderia utilizar a minha metodologia, organização táctica e colectiva não hesitei.

Qual a sua ideia sobre o Atlético Clube do Cacém ? Direcção, sócios, etc.
Óptima, os sócios estiveram sempre connosco, apesar de não saber como é com a equipa A. Sempre senti apoio dos sócios, técnicos e direcção.

Considera positiva a sua passagem pela equipa B?
Considero bastante positiva. Sem dúvida que fizemos uma época acima das expectativas, apostamos em jogadores da formação dos grandes de Lisboa sem colocação, como o Balão, Neno, Matias e Ivan. Colaborando para a evolução de muitos dos jogadores.
Apesar de alguns contratempos como o facto de metade dos nossos jogos em casa, jogarmos em casa emprestada, a alguma falta de paciência da minha parte para a total incompetência dos árbitros do Distrital, o que fez que em certos jogos não estivesse tão perto da equipa, facto que assumo a responsabilidade e que irei por certo tentar melhorar.

Porque não substituiu o treinador Pedro Valido aquando da sua saída?
Porque não fui convidado.

Dadas os actuais condicionalismos orçamentais do clube com a consequente redução em cerca de 50% do orçamento, foi-lhe difícil construir esta equipa?
O presidente deu o orçamento, tentou fechar com certos jogadores prioritários como o Casquinha, David, Luís Freitas, Hélio, Pedro Augusto, Bruno Andrade e Kadu e a partir daí com a recusa de alguns, ficaram apenas Pedro Augusto, Bruno Andrade, Hélio, David e Casquinha, passando da equipa B, os jogadores Ivan, Hugo Dias e Neno. Decorrem ainda negociações com o Matias e com o Balão.

Não deve ser fácil arranjar jogadores bons e baratos com tantas restrições orçamentais ?
Não, não é fácil, fizemos autênticos milagres, como a contratação do Rodinhas (Ex-Amora), considerado o melhor jogador da Série F da 3ª Divisão. O Bruno Andrade foi complicado, o Casquinha foi um grande homem, resumindo não foi fácil.

No plantel que o Atlético Clube do Cacém apresenta esta época, existe muita juventude, qual será a média de idades e como será lidar com esta juventude?
A média de idades rondará os 22/23 anos. Tendo sido esse um dos principais requisitos na escolha deste plantel. Será um plantel jovem, com ambição e carácter, que cumprirá em campo o executado nos treinos. E que nunca virará a cara, e que deixará a pele em campo se necessário.

Não fará falta alguma experiência no decorrer da época?
Não quero acreditar, há jogadores que têm muita experiência mas que são más experiências.
Queremos um modelo de jogo novo, com sistemas tácticos definidos e actuais. Logo mais fácil de assimilar por jogadores jovens sem vícios tácticos, por exemplo um jogador que toda a vida treina e joga em marcação individual terá dificuldade em assimilar novas tácticas, como marcação zonal.
Claro que em certas alturas a "ratice" pode decidir jogos, ser aquele pormenor decisivo, mas isso é o futebol.

Como comenta a dispensa dos jogadores mais carismáticos o Atlético do Cacém, refiro-me a Luís Freitas, Fragata e Kadu?
No caso do Luís Freitas igualamos a proposta da época passada a qual foi rejeitada, o Fragata saiu antes da minha entrada e o Kadu era uma aposta, reduzimos um pouco a proposta a qual ele recusou.

Qual o principal objectivo para a nova temporada?
Gostaria de dizer que era ser campeão, mas combatendo com orçamentos de 15000 / 20000 / 30000 mensais dos quais nós estamos longe, mas eu acredito nos meus jogadores.
A minha equipa tem de ter ambição, estrutura e consistência táctica, e ser uma equipa de grande agressividade. Acredito mais nos predicados tácticos do que no talento individual.

A vinda destes jogadores, praticamente sem experiência nos nacionais será um entrave a um campeonato tranquilo?
Não é totalmente verdade, são jogadores que a maior parte foram campeões nacionais de juvenis, juniores, alguns internacionais nas camadas jovens. Claro que estamos a falar de um campeonato que por vezes se decide nos bastidores, em que se joga pouco futebol, mas acredito que vamos ganhar mais do que perder.

Na equipa B da pretérita época despontaram e chamaram a atenção de vários clubes alguns jovens como o Matias, o Ivan, o Hugo Dias o Balão.
O Ivan e o Hugo Dias estão certos, o Balão e o Matias sempre continuam?
São promessas mas não certezas, têm que entender qual a altura certa. Um jogador nesta idade é como jogar 1000 € na bolsa, tanto pode valer como não valer. Tenho de defender os jogadores e acredito no valor dos mesmos, mas tenho responsabilidades no clube e defender o mesmo. Como já referi não são os valores individuais que fazem uma equipa, é a equipa, é o grupo.

Nesta época de novas tecnologias, qual a sua opinião acerca do Blog e site não oficial dedicados ao Atlético Clube do Cacém?
Acho fantástico pode ser um meio de promover o clube, os seus jogadores, técnicos e dirigentes. Um meio para dar a conhecer o clube até além fronteiras. o número de visitas que tanto o Blog como o Site têm representam a grandeza do clube. Logo o clube tem de estar num outro patamar. O Cacém pode ser bem maior que o Real, temos é de ir com calma, consolidar primeiro e depois arrancar.

Prof. João Raimundo muito obrigado por esta entrevista em exclusivo para o Site Não Oficial do Atl.Cacém. e Blog do Atlético do Cacém
Desejamos a si e aos nossos jovens jogadores os desejos de uma excelente época.

Entrevista por Nuno Sinosgas e Nuno Gaspar.

Esta entrevista é exclusiva do Blog Atlético do Cacém e Site Não Oficial .
O conteúdo da mesma só pode ser divulgado se for transcrita, mencionando a respectiva fonte.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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